Radiologia digital é o uso de sensores digitais, em vez de filme radiográfico convencional, para capturar imagens de dentes, raízes e estruturas ósseas.
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A radiologia digital emite menos radiação que o filme convencional?
Sim. Segundo revisão de literatura odontológica brasileira, sistemas digitais diretos podem exigir entre 5% e 50% da dose de radiação necessária em tomadas radiográficas com filme convencional, a redução exata varia conforme o tipo de sensor e a técnica utilizada, mas a tendência de menor exposição é consistente na literatura. (Fonte: revisão de literatura em radiologia digital odontológica, radiobrasdigital.com.br)
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Quais exames fazem parte da radiologia digital?
Radiografia periapical, radiografia panorâmica e, quando indicada, tomografia computadorizada odontológica, cada um respondendo a uma pergunta clínica diferente, do detalhe de uma raiz específica à visão tridimensional do osso.
Expectativa realista
Sobre esse número.
5%A radiologia digital emite menos radiação que o filme convencional
Fonte: revisão de literatura em radiologia digital odontológica, radiobrasdigital.com.br.
O que as pessoas costumam perguntar.
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A radiografia digital substitui a tomografia?
Não sempre. A radiografia (2D) é indicada quando esse nível de detalhe já responde à pergunta clínica; a tomografia (3D) é usada quando é preciso avaliar volume ósseo ou estruturas anatômicas com mais profundidade, por exemplo, antes de um implante. Veja a diferença entre os exames no Check-up Odontológico Digital →
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Radiografias digitais têm a mesma validade diagnóstica que as convencionais?
Sim, são reconhecidas na prática odontológica como método diagnóstico válido, com a vantagem adicional de visualização mais rápida e possibilidade de ajuste de contraste na própria imagem digital.
Sua dúvida merece uma avaliação.
Conteúdo ajuda a entender possibilidades. A indicação depende da avaliação individual e do diagnóstico, conduzidos pela Dra. Claudine Yumika Sassaki Cunha.