Preservar antes de substituir
Extração e implante não são decisões automáticas quando existe possibilidade razoável de preservação.
Uma visão global para casos em que não faz sentido tratar cada dente isoladamente. Completa não quer dizer substituir tudo, quer dizer olhar tudo antes de decidir.
Reabilitação Oral Completa é um planejamento amplo para quem tem múltiplas necessidades funcionais, estruturais e estéticas ao mesmo tempo. Isso não significa, obrigatoriamente, substituir todos os dentes.
O que torna um caso complexo o suficiente não é um problema isolado, é a combinação: múltiplos dentes comprometidos, ausências, desgaste, próteses antigas, alterações periodontais, necessidade de implantes e objetivos estéticos coexistindo no mesmo paciente.
Extração e implante não são decisões automáticas quando existe possibilidade razoável de preservação.
Uma reabilitação que só fica bonita não resolve o caso. Mastigação, conforto e higiene entram na mesma conta.
Não é um detalhe posterior. É definida junto com o desenho do tratamento.
O que pode ser mantido, tratado, reconstruído ou substituído. Essa separação vem antes de qualquer decisão sobre próteses ou implantes.
Controlar urgências e doenças ativas antecede as etapas definitivas. Tratar a causa antes de tratar o resultado que ela causou.
Em alguns casos, soluções provisórias mantêm função e estética enquanto as etapas clínicas e laboratoriais avançam. É uma fase do plano, não um imprevisto.
Função e estética juntas. O resultado precisa considerar mastigação, conforto, higiene, estabilidade e aparência ao mesmo tempo.
Quanto maior a reabilitação, mais importante definir, ainda no planejamento, como ela será higienizada, acompanhada e reparada ao longo dos anos.

A Dra. Claudine conduz a avaliação diagnóstica e o planejamento clínico geral, e coordena a participação das outras áreas conforme o caso exige.
A avaliação inicial de todo paciente é feita pela Dra. Claudine Yumika Sassaki Cunha, responsável técnica da clínica. É ela quem dá a visão completa do caso e indica o caminho dentro da equipe, para que você não precise escolher a especialidade sozinho.
Conhecer a equipe completaMúltiplos dentes comprometidos, ausências, desgaste, próteses antigas, alterações periodontais, necessidade de implantes e objetivos estéticos podem coexistir no mesmo paciente, e é essa combinação, mais do que qualquer problema isolado, que pede uma visão global.
Definindo o prognóstico de cada dente: o que pode ser mantido, o que pode ser tratado, o que pode ser reconstruído e o que precisa ser substituído. Essa separação vem antes de qualquer decisão sobre próteses ou implantes.
Sim. Controlar urgências e doenças ativas costuma anteceder as etapas definitivas de reconstrução, tratar a causa antes de tratar o resultado que ela causou.
Em alguns casos, sim. Soluções provisórias ajudam a manter função e estética enquanto as etapas clínicas e laboratoriais avançam, é uma fase do plano, não um imprevisto.
Os dois, sempre juntos. O resultado precisa considerar mastigação, conforto, higiene, estabilidade e aparência, sem transformar a estética no único critério de decisão, porque uma reabilitação que só parece bem, mas não funciona bem, não resolve o problema.
Quanto maior a reabilitação, mais importante é definir, desde o planejamento, como ela vai ser higienizada, acompanhada e reparada ao longo dos anos, isso também faz parte do tratamento, não é um detalhe para depois.
Traga exames e propostas anteriores, se tiver. A avaliação existe para entender o caso por inteiro antes de qualquer indicação.
Conteúdos que ajudam a entender o próximo passo.
Conteúdo revisado clinicamente por Dra. Claudine Yumika Sassaki Cunha (CROSP 65.086), Diretora Técnica
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