O escaneamento intraoral 3D usa uma câmera para capturar a superfície dos dentes e da gengiva e gerar um modelo digital das arcadas, usado no planejamento de próteses, alinhadores invisíveis, lentes de contato dental e no acompanhamento de tratamentos ao longo do tempo.
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Como funciona o escaneamento intraoral?
Uma câmera é passada pela boca, capturando imagens da superfície dentária e gengival em tempo real, que são unidas digitalmente em um modelo tridimensional das arcadas, sem o uso de massa de moldagem.
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O escaneamento intraoral substitui a radiografia ou a tomografia?
Não. Ele registra apenas a superfície visível dos dentes e da gengiva, não mostra raízes, osso ou estruturas internas. Para isso, radiografia e tomografia continuam sendo necessárias, conforme o caso. Entenda a diferença entre os exames →
O que as pessoas costumam perguntar.
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O escaneamento intraoral é mais preciso que a moldagem convencional?
A literatura odontológica brasileira vem comparando os dois métodos em diferentes cenários clínicos, com estudos indicando boa acurácia do escaneamento digital em muitas indicações, mas a comparação exata de precisão varia conforme o tipo de scanner, a extensão da arcada escaneada e o tipo de prótese planejada. Por isso, evitamos generalizar um número único de precisão: o mais importante na prática é que o escaneamento elimina o desconforto da massa de moldagem e permite visualizar o resultado com o paciente antes de avançar.
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O escaneamento intraoral é desconfortável?
Costuma ser mais confortável do que a moldagem convencional para a maioria dos pacientes, por não usar massa de moldagem nem gerar reflexo de náusea associado a ela, mas a experiência pode variar conforme a extensão da área escaneada.
Sua dúvida merece uma avaliação.
Conteúdo ajuda a entender possibilidades. A indicação depende da avaliação individual e do diagnóstico, conduzidos pela Dra. Claudine Yumika Sassaki Cunha.